domingo, 25 de dezembro de 2011

O Natal veio do Paganismo!


O NATAL VEIO DO PAGANISMO.
PROVAS NA HISTÓRIA E NA BÍBLIA.
Por João Batista

Enciclopédia Católica (edição de 1911): "A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal".

Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver mesma enciclopédia acima): "... não vemos nas Escrituras ninguém que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo".

Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século 4o). Somente no século 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo.

Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador, Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO para os não crentes verdadeiros.
1. JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO
Quando Ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho.(Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à noite] os abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, página 370). A Bíblia mesmo prova, em Cant 2:1 e Esd 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).
2. COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS?
 The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal:
"Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.

As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.

Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.

Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."


O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus.

Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.

A Enciclopédia Britânica diz:

"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto."
3. A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL
O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se:
- criou a instituição de ajuntamentos (cidades);
- construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros);
- fundou Nínive e muitas outras cidades;
- organizou o primeiro reino deste mundo.
A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo.

Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.

Semiramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.

A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo.

Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; Joã 13:14-17).
4. OUTROS COSTUMES PAGÃOS, NO NATAL: GUIRLANDA, VELAS, PAPAI NOEL
 A GUIRLANDA (coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas) que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro "Answer to Questions" (Respostas a Algumas Perguntas): "[A guirlanda] remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do [atual] Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior à era Cristã."

Também as VELAS, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à  noite.

PAPAI NOEL é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz: "São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau..."

Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"! Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito.      -      Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!"      -     É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um  com o seu próximo;"  (Lev 19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse: "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte."  (Prov 16:25).

Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!
5. O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?
As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria:

  "Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram." 
(Os 4:13)

  "Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar de YHWH teu Elohim, que fizeres para ti."  (Deut 16:21)

Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação.
6. É BÍBLICA A TROCA DE PRESENTES?
Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155: "A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano".

O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! (Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos??... Omitiria a pessoa a quem deveria honrar??... Não parece absurdo deste ponto de vista?!...)

Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março.

Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:

  "E, tendo nascido Yahushua em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magoS vieram do oriente a Jerusalém, ... E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra."
7. POR QUE OS MAGOS LEVARAM PRESENTES A CRISTO?
Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram muitas semanas ou meses depois do seu nascimento (Mt 2:16). Ao contrário do que mostram os presépios, Jesus estava numa Cabana porque era festa de Sucot e não numa estrebaria.

Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO.

Por que? O mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz: "Vesículo 11 ("ofereceram-lhe presentes"). No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul."

Aí está! Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado.

O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Messias de Yhwh, é apenas a continuação de um costume pagão.
8. UM "NATAL CORRIGIDAMENTE CRISTÃO"  PODERIA REALMENTE HONRAR A CRISTO?
Há pessoas que insistem em que, apesar das raízes do Natal estarem no paganismo, agora elas não observam o Natal para honrarem um falso deus, o deus sol, senão para honrarem a Yahushua há Mashiach. Mas diz Elohim:

  "Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: 'Assim como serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu.'    Assim não farás ao YHWH teu Elohim; porque tudo o que é abominável ao YHWH, e que Ele odeia, fizeram eles a seus deuses; ..."
(Deut 12:30-31)

  "Assim diz o YHWH: 'Não aprendais o caminho dos gentios, ...    Porque os costumes dos povos são vaidade; ...'"
(Jr 10:2-3).

ELOHIM disse-nos claramente que não aceitará este tipo de adoração: ainda que tenha hoje a intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a Ele mas sim aos falsos deuses pagãos.

Elohim não quer que O honremos "como nos orienta a nossa própria consciência":

    "Elohim é Ruach; e importa que os que O adoram O adorem em Ruach e em verdade".
(Joã 4.24).

O que é a verdade? Yahushua disse que a Sua palavra, as Escritura, é a verdade (Joã 17:17).  E as Escrituras diz que Elohim não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar o Messias, adotem um costume pagão:

    "Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que são preceitos dos homens."
(Mt 15:9).

A comemoração do Natal é um mandamento (uma tradição) de homens e isto não agrada a Deus.

    "E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Elohim"
(Mat 15:6).
    "Assim não farás ao YHWH teu Elohim; porque tudo o que é abominável ao Elohim, e que ele odeia, fizeram eles a seus deuses..."  (Deut 12:31)

Não podemos honrar e agradar a Elohim com elementos de celebrações pagãs!
9. ESTAMOS NA BABILÔNIA, SEM O SABERMOS
Nem precisamos elaborar: quem pode deixar de ver nauseabundos comercialismo, idolatria, e contemporização, por trás do "Natal"?... E que diz Elohim? Devemos "adaptar e corrigir o erro"? Ou devemos praticar "tolerância zero, separação total"?

  "Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas."
(Ap 18:4)


 
10. AFINAL, AS ESCRITURAS MOSTRAM QUANDO NASCEU YHUSHUA?
Yahushua há Mashiach nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Iterem) do calendário judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o calendário deles é lunar-solar, o nosso é solar] ao mês de setembro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Elohim habitando com o Seu povo. Foi instituída por Elohim como memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor Yhwh habitou no Tabernáculo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18 ).

Em João 1:14 ("E a Davar se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de Chassed e de verdade.") vemos que o Verbo ( Davar ) (Yahushua) habitou entre nós. Esta palavra no grego é skenoo = tabernáculo. Devemos ler "E a Davar se fez carne, e TABERNACULOU entre nós, e...". A festa dos Tabernáculos cumpriu-se em Yahushua há Mashiah, o Emanuel (Isa 7:14)  que significa "Deus conosco". No Messias se cumpriu não apenas a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa ( Pessah ), na Sua morte  (Mat. 26:2; 1Cor 5:7), e a festa do Pentecostes ( Shavuot ), quando o Messias imergiu dentro do Ruach há Kadosh   a todos os que haveriam de ser salvos na dispensação da igreja (Atos 2:1).

Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento de Yahushua:
·        Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 1/24 = 15 dias, 2 vezes ao ano. Os números estão arredondados, pois 24 turnos x 15 dias = 360 dias =/= 365,2422 dias = 1 ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19.
·        O oitavo turno pertencia a Abias (1Cr 24:10).
·        O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico – mês de Abibe. Êxo 12:1-2; 13:4; Deut 16:1; Ex 13:4.
·        Usualmente havia 12 meses, alguns deles com 29 dias, outros com 30 dias, totalizando apenas 12 x 29,5 = 354 dias, ficando faltando 11,2422 dias para o ano solar. A cada 3 ou anos a distorção entre este calendário e o solar era corrigida através da introdução do mês de Adar II.
Temos a seguinte correspondência:
Mês (número)
Mês (nome, em Hebraico)
Turnos
Referências
1
Abibe ou Nissan
= março / abril
1 e 2
Êxo 13:4 Ester 3:7
2
Zive = abril / maio
3 e 4
1Re 6:13
3
Sivan = maio / junho
5 e 6
Est 8:9
4
Tamuz = junho / julho
7 e 8 (Abias)
Jer 39:2; Zac 8:19
5
Abe = julho / agosto
9 e 10
Núm 33:38
6
Elul: agosto / setembro
11 e 12
Nee 6:15
7
Etenim ou Tisri
= setembro / outubro
13 e 14
1Rs 8:2
8
Bul ou Cheshvan
= outubro / novembro
15 e 16
1Rs 6:38
9
Kisleu
= novembro / dezembro
17 e 18
Esd 10:9; Zac 7:
10
Tebete = dezembro / janeiro
19 e 20
Est 2:16
11
Sebate = janeiro / fevereiro
21 e 22
Zac 1:7
12
Adar = fevereiro / março
23 e 24
Est 3:7
                                                                 
Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o "turno de Abias" (Tamuz, i.é, junho / julho) (Luc 1:5,8,9).
Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa que Elohim lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Luc 1:23-24) no final do mês Tamus (junho / julho) ou início do mês Abe (julho / agosto).
Yashua foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-38), no fim de Tebete (dezembro / janeiro) ou início de Sebate (janeiro / fevereiro).
Nove meses depois, no final de Etenim (que cai em setembro e/ou outubro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, Elohim veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Yashua, o Emanuel ("Deus conosco").

Em 1999, Hélio de M. Silva adaptou (excluiu/adicionou/modificou) algumas poucas palavras e até parágrafos de um estudo que estava em 18 sites de língua portuguesa, nenhum dando o nome do autor, mas parecendo ser tradução/adaptação do livreto "The Plain Truth About Christmas", publicado em 195x pela Worlwide Church of God (Armstrongnianismo melhorado?)
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sábado, 17 de dezembro de 2011

Benção e maldição!

 O pai tem se preoupado om nossas escolhas!

01 - MALDIÇÃO:

"Se o não ouvirdes e se não propuserdes  no  vosso  coração  dar
honra ao  meu   nome,  diz  Yahuh  dos  Exércitos,   enviarei  a
maldição contra vós e amaldiçoarei  as vossas bênçãos; e já as
tenho
amaldiçoado,  porque vós não pondes isso no  coração".
( Malaquias 2:2 )


02 - BENÇÃO:

"Mas para vós outros que temeis o meu NOME  nascerá  o  sol da
justiça,  trazendo  salvação  nas  suas  asas;  saireis  saltareis como bezerros  soltos  da  estrebaria".  ( Malaquias 4:2 )


Comentário:

1 - Maldição:
Maldição  para  quem diz que a  pronúncia  do nome do  Elohim de  Israel  se  perdeu.

- Os  nomes  teofóricos    provam  que  a  pronúncia   do   nome  do  Elohim de Israel  não  se  perdeu.

Maldição   para  quem diz  que  o  Elohim  de  Israel  
não   tem  nome.

-  O  texto acima  é  uma  prova de que  o  Elohim de Israel 
tem  um  nome.

- O  nome  do  Elohim  de  Israel  ocorre  quase 7000  vezes  no Velho  Testamento.

Maldição     para  quem  chamar   o   Elohim   de   Israel   de:
Yehovah,  Yehoshua, Jeová, Javé,  Adonay,  Kurios,  Senhor,
Hashem,  Lord,  Deus,  God,  etc.

A igreja atual é uma igreja
amaldiçoada porque não conhece o nome  do  Elohim  de  Israel. 

A  maior   prova  de  que  a  igreja  é  amaldiçoada,  é  que  ela  não  conhece   e  não  ensina  o  nome  do   Elohim   de   Israel.

A  maldição  e  a  perdição  é  para  quem  não  conhece o nome do  Elohim  de  Israel.
 

2 - Benção:
A  benção   e  a  salvação   é  para  quem  conhece  o  nome  do Elohim  de  Israel  (  Joel 2:32  e  Atos  2:21 ).
Mas  para  vós  outros  que  CONHECEIS   o  nome  do Elohim de  Israel  nascerá o  sol da  justiça,  trazendo  salvação  nas suas asas; saireis saltareis  como  bezerros  soltos  da  estrebaria.
Caro  amigo,  chegou   a   sua  vez  de  conhecer   o  nome  do Elohim  de  Israel.
 

     QUE  O  ELOHIM  DE ISRAEL  ABENÇOE  A  SUA  VIDA!

domingo, 20 de novembro de 2011

Saiba quem é Ninrod, Semiramis e Tamuz

Nimrod, Semíramis e Tamuz

 
A religião de mistério da Babilônia foi descrita no livro do Apocalipse de Yochanan Yahshua como uma prostituta. Através de uma visão, o emissário Yochanan viu uma mulher vestida de púrpura e escarlate, e adornada com ouro e pedras preciosas e pérolas, tinha um cálice de ouro em suas mãos, cheia de abominações e da imundícia da sua prostituição, em sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra (Apocalipse 17:1-5).
Qual é o significado desta visão estranha que foi dado a Yochanan? Na linguagem simbólica da Bíblia, a mulher representa um povo, uma nação. A Israel, exceto pelo Sangue de Cristo, por exemplo, é como uma mulher, uma virgem, uma mulher de distância e sem defeito (Ef 5:27, Rev. 19:7-8). Mas como um contraste marcante com esta mulher, a esposa do nosso texto é descrita como mulher suja e corrupta, uma prostituta, evidentemente, o sistema religioso aqui descrito, é um sistema falso, um país corrompido e cair. Esta Escritura a chama <<Mystery Babylon>>.
Quando Yochanan foi inspirado a escrever a revelação (cerca de 96 CE), Babylon - como uma cidade - havia sido destruída e deixada em ruínas. (539 aC). Desde então, ele tem continuado a ser perdida e deserta, habitada apenas por animais selvagens, como os profetas disseram (Yeshayahu 13:19-22; Yirmeyah 51:62). Mas embora a cidade da Babilônia foi destruída, vemos que a religião da Babilônia continua e está bem representado em muitos países deste mundo. E como Yochanan falou de uma nação, um sistema religioso, sob o símbolo de uma mulher chamada Babilônia, claramente se refere a uma religião babilônica. Mas o que era essa religião da antiga Babilônia? Como você conseguiu o seu início? O que faz nos dias de hoje?
Ir para o último período, logo após o Dilúvio. Naqueles dias, as pessoas começaram a migrar do leste. "Aconteceu que eles viajaram de leste, e acharam um vale na terra de Sinar, e viveram lá." (Ber. 11:2). Foi nesta terra de Sinar, para a cidade de Babilônia foi construído, e esta terra tornou-se conhecida mais tarde como Babilônia estava no território da Mesopotâmia.
E assim, neste ponto, um homem grande e poderoso, cujo nome era Nimrod, apareceu em cena. Ele se tornou famoso como um grande caçador de animais selvagens. A Escritura diz: "E Cuxe gerou a Ninrode. Começou a ser poderoso na terra Foi um poderoso caçador diante YHWH: pelo que se diz, Como Ninrode, poderoso caçador diante YHWH" (Ber. 10:08 -9). Estes versos contêm um significado muito importante, que raramente é notado, é o fato de que Nimrod era um "poderoso caçador", que o tornou famoso nos povos primitivos, ea expressão "antes de YHWH" denota oposição a YHWH. Como dito nas Escrituras, tornaram-se poderosos na terra, era um famoso líder nos eventos mundiais. "Ninrode era tão poderoso e tão grande foi a impressão que ele fez sobre as mentes dos homens, para que o oriente está cheio de tradições de suas façanhas extraordinárias."
Tendo adquirido grande prestígio entre o povo, Nimrod estabeleceu um sistema para uma melhor protecção . Em vez de constantemente lutando contra os animais selvagens, por que não organizar as pessoas em cidades e cercá-los com as paredes para se proteger? Então, por que não organizar essas cidades em um reino e escolher um rei para reinar sobre eles? Este foi o pensamento de Nimrod, porque a Escritura nos diz que organizou o reino! "Seu reino começou com Bavel, Erej, Akkad e Kalneh, na terra de Sinar." (Ber. 10:10). Eo reino de Ninrode foi estabelecido como o primeiro reino mencionado nas Escrituras. Todos estes desenvolvimentos feitos por Nimrod poderia ter sido bom, mas Nimrod era um "líder destemido de Elohim." A Escritura diz que foi "poderoso, filho, forte de Cuche, filho de Ham. Foi o primeiro a pretensão de ser o" Gibor "(forte, poderosa) no solo. Babilônia foi o início de seu reinado, que ele gradualmente ampliada. "A terra de Nimrod" (Mq 5:6) é uma designação da Assíria ou de Sinar, que é parte dela. Nimrod foi quem fez as pessoas rebeldes contra YHWH.
Esta natureza rebelde Nimrod também pode ser visto na expressão de que era um poderoso caçador "antes de YHWH." A palavra "front", neste caso, também denota significado hostil. Em outras palavras, Nimrod foi criado "antes de YHWH", a palavra " forward "como uma tradução da palavra hebraica, que significa" contra "YHWH.
Nimrod Mas não foi apenas contra o Elohim real, mas também era um sacerdote de idolatria atrocidades diabólicas da pior espécie. A esposa de Ninrode era Semiramis talvez possamos dizer que o deus mais fascinantes e blasfema do paganismo é Semiramis, que a partir de uma posição que foi humilde em sua origem, se tornou a esposa de Ninrode. Ele foi logo ampliada para um cargo superior, como a esposa de um deus, fazendo dela uma deusa, coedificadora da Babilônia. Quando seu marido morreu de repente Nimrod foi obrigado a inventar uma série de razões para manter sua posição cheia de poder. O terceiro livro, capítulo 27:7 que Sefer Yashar diz que foi Esaú, o filho de Nimrod Ya'kov que matou e cortou sua cabeça. E as lendas nos dizem que seu corpo foi cortado em pedaços e queimado, e as peças foram enviadas para diversas áreas. práticas similares são mencionadas no escrituras (Shoftim.19: 29, 1 Shmuel 11:7).. A morte de Ninrode foi muito lamentada pelo povo da Babilônia Mas, mesmo com Nimrod tinha morrido, a religião da Babilônia, em que ele tomou um papel proeminente, continuou e desenvolvidos sob a liderança de sua esposa. Após a morte de Ninrode, sua esposa, a rainha Semiramis, o proclamou como o deus-Solar. Enquanto ele estava vivo, ele foi homenageado como um herói e deus. Em sua morte, Semiramis queria adorá-lo como "a semente da mulher" (semente Zero-Ashta ashta ou Astarote), para esmagar a cabeça da serpente, apesar de fazê-lo feriria seu calcanhar. O mundo antigo estava familiarizado com o promessa de que D'us tinha dado javah no jardim (Ber. 3:15). Em caldeu zera é a semente, semente. Zeroaster = Zoroastro , o nome do líder dos adoradores de fogo (Etiópia seita ou religião descida Parsi . ou persa) A antiga crença diz que a maldição sobre a terra só poderia remover um grande "libertador ou" emancipação " .  A trilha da promessa de D'us para javah é visto em muitos países e religiões: Na Grécia, Apolo mata a serpente Píton. Hercules estrangula-la quando ela era um berço infantil. Horus no Egito, Krishna na Índia, Islândia Balder, Thor nos países escandinavos e até mesmo no México Antigo, também falou da Teotl esmagou a serpente. Todos eram adorados como deuses que uma forma ou de outra matou a cobra para libertar os seres humanos estavam sob seu poder. Tem sido sempre Satanás e falsificação. Mais tarde, quando a mulher adúltera e idólatra deu um filho ilegítimo, proclamou que seu filho, Tamuz pelo nome, era apenas o mesmo Ninrode renascido.Agora, a rainha-mãe de Tammuz, sem dúvida ele tinha ouvido a profecia da vinda do Messias, nascido de uma mulher, esta verdade era bem conhecido desde o início (ver Ber. 3:15), Satanás tem tido uma primeira mulher enganada, javah, mas mais tarde, através de uma mulher, viria o Salvador, Yeshua Ha Mashiach. O falsificador grande, é Satanás, ele também sabia que grande parte do plano Divino. Assim, ele começou a suplantar falsidades sobre o plano real, séculos antes da vinda de Yeshua. Semiramis A Rainha, como um instrumento nas mãos de satanás ha, afirmou que seu filho foi sobrenaturalmente concebido e que ele era a semente prometida , o "salvador do mundo".Mas não só era o amado pouco, mas também a mulher, a mãe, também foi o mesmo (ou mais) do que o seu filho. Como veremos, Nimrod, Semíramis e Tamuz foi usada por Satanás para produzir uma falsa religião - que às vezes parece que o real - e seu sistema corrupto encheu o mundo. A maioria dos idolatria babilônica foi transportado através de símbolos - por isso era uma religião de mistério -. O Bezerro de Ouro, por exemplo, era um símbolo de Tamuz, o filho do deus-Solar. Como Ninrode era considerado o deus Solar ou Baal, o fogo foi considerado como seu representante na terra. Incêndios foram acesas velas e rituais em sua honra, como veremos mais tarde.Nimrod é também simbolizada por símbolos solar, peixes, árvores, colunas e animais. Séculos mais tarde, Shaul deu uma descrição que descreve perfeitamente o caminho que as pessoas da Babilônia continuou: " 21 porque, embora eles sabem quem é o Senhor , não glorificaram como Elohim e dar graças. Em vez disso, eles se tornaram nulos em seus próprios pensamentos e seu coração insensato se obscureceu. 22 Dizendo-se sábios tornaram-se loucos! 23 Na verdade, eles mudaram a glória do imortal Elohim mera semelhança das imagens, como um ser humano ser mortal, ou como pássaros, animais ou répteis! 24 Portanto YAHWEH entregue à vileza do concupiscências de seus corações, o mau uso vergonhoso de corpos entre si. 25 Trocaram a verdade de Javé pela mentira, e honraram e serviram mais a criatura em lugar do Criador, louvado seja Ele para sempre, WANO . 26  Portanto, o Senhor entregou-os abandonou às paixões infames, para que as mulheres mudam suas relações naturais contra ela por natureza, 27 e também os homens abandonaram as relações naturais com o sexo oposto, abrasar-se uns pelos outros, cometendo torpeza com homens e recebendo em seu próprio corpo .. punição adequada para suas perversões (Rm 1:21-28) Este sistema de propagação idolatria da Babilônia para as nações, foi a partir deste lugar onde os homens estavam espalhados sobre a face da terra (Ber. 11.: 9). partir de Babilônia, eles trouxeram seus Babilônia idolatria e seus símbolos misteriosos. Portanto, ainda hoje encontramos evidências desta religião da Babilônia, de um ou o outro lado, em "todas" as religiões falsa da terra Na verdade, a Babilônia era a mãe! - um precursor -. das falsas religiões e idolatria que foram espalhados por toda a terra Como dito nas Escrituras, "porque todas as nações beberam do vinho da sua prostituição" ( . Jer 51:5;. Reis 18:13) Além do teste escrito que a Babilônia era a mãe, o ninho das religiões pagãs, também temos conhecido o testemunho dos historiadores, por exemplo, Heródoto, o historiador e viajante do mundo Antiguidade. Testemunhou a religião de mistério e seus ritos em numerosos países e menciona como Babilônia era o ninho original, que vem a cada sistema de idolatria. 

  
Bunsen diz que o sistema religioso do Egito derivou da Ásia e "império primitivo de Babel." Em sua famosa obra intitulada Nínive e suas ruínas, Layard estados que têm o testemunho da história profana juntos e separados, que a idolatria originou na área de Babilônia, a mais antiga sistemas religiosos. Quando Roma tornou-se um império mundial é um fato conhecido que ele absorveu em seu sistema para deuses e religiões de todos os países pagãos que governava. Desde a Babilônia foi a origem pagã desses países, podemos ver como a nova religião da Roma pagã não era mais que a idolatria da Babilônia que se desenvolveu de várias formas e sob diferentes nomes nos países que deixaram. Levando tudo em conta percebemos que era na época do domínio romano, que o verdadeiro Salvador, Yeshua HaMashiach, nasceu, viveu entre os homens, morreu e ressuscitou dentre os mortos. Então, ele subiu ao céu, enviou o HaKodesh Ruach . E o que foram aqueles dias gloriosos! Basta ler o livro de Atos para ver como Elohim abençoou ao seu povo, naqueles dias. Multidões adicionado ao Messiânica Israelita Nazareno Assembléia. Fez grandes obras e maravilhas confirmando o Senhor à Sua Palavra. A Assembleia real foi ungido pelo HaKodesh Ruach , e varreu em idolatria, como fogo na pradaria. Rodeada por montanhas e através dos mares. Ele tinha tremiam e temiam tiranos e reis. Dizia-se dos nazarenos que virou o mundo de cabeça para baixo espalhando o nome PO YAHWEH ! Essa era a sua mensagem e seuruach , cheio de energia. Eles passaram muitos anos, quando começaram a anunciar alguns homens como "cavalheiros" sobre o povo de Javé , tomando o lugar doHaKodesh Ruach , ao invés de ganhar por meio de ruach e verdadeiro - como fizeram nos primeiros dias - eles começaram a substituir a verdade e implementar suas próprias idéias e métodos. Eles começaram a fazer tentativas de unir o paganismo messiânica do Nazareno, mesmo nos dias em que Brit foi escrito Hadashah porque Shaul afirma que "... o mistério da iniqüidade já opera" (2 Tes.2:. 7). O alerta-nos para vir a "apostasia" e "afastar-se da fé, dando ouvidos a muitos ruajim erro ea doutrinas de demônios "(1 Tim.4: 1.). Estas são as falsas doutrinas dos pagãos! Para o tempo que Judá escreveu o livro que leva seu nome, ele tinha que advertir as pessoas para "lutar tenazmente à fé uma vez entregue aos Kadoshim "porque alguns homens tinham ido e estavam tentando escapar alterar a verdade que havia sido dada por Mashiach e talmidim, por falsidades (Judas 1:3-4). O Nazareno messiânica chegou cara a cara com o paganismo da Babilônia estabelecida em várias formas no Império Romano. Os nazarenos se recusou a ter qualquer coisa a ver com esses costumes e crenças. Como resultado, sofreu muitas perseguições. Muitos israelitas foram messiânica falsamente acusado, jogado aos leões, queimados na fogueira e torturado em muitas outras maneiras. Mas depois de grandes mudanças começaram a acontecer. O imperador de Roma professou ter se tornado. Ordens foram dadas Roma imperial a todas as perseguições cessaram. Grandes honras foram dadas aos bispos. A "Igreja" começaram a receber aceitação e poder. Mas eles tiveram que pagar caro por tudo isso! muitas concessões foram feitas ao paganismo. Em vez de ter de dividir a "Igreja" do mundo, tornou-se parte dela. O imperador, mostrando favoritismo, reivindicou um lugar de destaque na "igreja" como imperadores pagãos foram considerados deuses. A partir daí, começaram a surgir mistura paganismo com messianismo Nazareno, como todos os historiadores. Por mais alarmante que possa parecer, mime o paganismo que se originou na Babilônia e já se espalhou para as nações, foi simplesmente misturado com o messianismo - especialmente em Roma -. Essa mistura produziu o que hoje é conhecida como a Igreja Católica Romana. Não é nossa intenção tentar ridicularizar alguém cujas crenças não concordam. Pelo contrário, é nosso desejo sincero que esta informação é uma chamada para quem tem uma fé genuína - não importa sua afiliação religiosa - para deixar as doutrinas da Babilônia e conceitos, e voltar para as Escrituras e da fé que uma vez foi dado a Kadoshim / secções . Nota: Todos os versos citados são da Tradução Kadosh judaico messiânico © Ascunce Diego .www.geocities.com / horamesianica www.horamesianica.cjb.net tempo messiânico é um grupo onde todos recebem escrito educacionais semana, para se inscrever:hora_mesianica-subscribe@gruposyahoo.com