sábado, 31 de dezembro de 2011

Devemos Celebrar o Ano Novo Gregoriano !

Devemos celebrar o Ano Novo ʻSecularʼ?
Por Shaʼul Bentsion
I - Introdução
" Desde os primórdios, as Escrituras nos advertem a não adotarmos os costumes de
povos pagãos, e nos diz que devemos nos abster de práticas cuja origem esteja na
idolatria:
“Quando entrares na terra que YHWH teu Elohim te der, não aprenderás a fazer conforme
as abominações daquelas nações.” (Devarim/Deuteronômio 18:9)
“Assim diz YHWH: Não aprendais o caminho dos gentios, nem vos espanteis dos sinais
dos céus; porque com eles se atemorizam as nações. Porque os costumes dos povos são
vaidade” (Yirmiyahu/Jeremias 10:2-3)
" Aos israelitas que servem ao Mashiach Yahushua, Shaʼul (Paulo) devem se manter
distantes das práticas pagãs:
“Que harmonia há entre o Mashiach e Beliyaʼal? Ou que parte tem o que crê com o que
não crê? E que consenso tem o Beit HaMikdash de Elohim com demônios? Pois nós
somos Beit HaMikdash do Elohim vivo, como Elohim disse: Neles habitarei, e entre eles
andarei; e eu serei o seu Elohim e eles serão o meu povo. Pelo que, saí vós do meio
deles e separai-vos, diz YHWH; e não toqueis coisa imunda, e eu vos receberei.”
(Curintayah Beit/2 Coríntios 6:14)
" Tendo isso em mente, qual deve ser a posição de um seguidor de Yahushua quanto à
celebração do Ano Novo? Quando o assunto é a celebração de uma festa de cunho
claramente religioso, tal como Natal e a Páscoa Romana, tem-se relativa clareza. Porém,
o que dizer dessa festividade aparentemente secular? É lícito um seguidor de Yahushua
participar dela?
" Este artigo tem por objetivo investigar as origens e a evolução das práticas dessa
festa, a fim de responder a esse questionamento.
II - A Festividade nos Tempos Antigos
" A origem das celebrações do Ano Novo têm origem muito anterior ao Ano Novo
propriamente dito, e começaram com as festividades de inverno do império romano do
solstício de inverno: Nos tempos mais antigos a Brumália e, posteriormente, a Saturnália.
" Essas celebrações revolviam em torno do dia 25 de dezembro, date teórica do
solstício de inverno, e tinham seu fim justamente com a Calendae no dia primeiro de
janeiro, mês romano que celebrava o deus Janus. O primeiro dia do reinado do deus
Janus indicava justamente o final das festividades de inverno.
" A conexão profunda entre Janus e as festividades de inverno é descrita por
Macrobius, filósofo e escritor romano que viveu entre os séculos 4 e 5 DC, escreve sobre
a mitologia em torno da celebração da Saturnália:
“Foi durante o seu reinado que Saturno subitamente desapareceu, e Janus então
estabeleceu uma forma de acrescentar às suas honras. Primeiro ele deu o nome Saturnia
a toda a terra que reconhecia o seu governo; e então ele edificou um altar, instituindo ritos
como os para um deus e chamou esses ritos de Saturnália - o que demonstra que esse
festival é muito mais antigo do que a cidade de Roma. E foi porque Saturno melhorou as
condições de vida que, por ordem de Janus, honras religiosas foram dadas a
ele.” (Saturnália 1:7:24)
" Portanto, o dia primeiro de janeiro, muito antes de seu estabelecimento como Ano
Novo, já era um dia de grande festividade para os pagãos.
III - O Imperador Muda o Calendário
" No século 1 AC, Julio César mudou o calendário romano, fazendo com que o fim
dessas festividades - que eram as mais importantes do império - coincidisse exatamente
com o princípio do ano.
" Chris Armstrong, professor de História Eclesiástica, narra o episódio da seguinte
forma, em um artigo para a revista Christian History:
" “Como outros festivais cristãos, a celebração do Dia de Ano Novo no oeste
começou antes da igreja vir a existir.
" Inicialmente, os romanos celebravam o ano novo no dia
primeiro de março, e não no dia primeiro de janeiro. Julio César
instituiu o Dia de Ano Novo em primeiro de janeiro para honrar
Janus, o deus de duas-faces que olhava para trás, para o ano
antigo, e para frente, para o novo. O costume das ʻresoluções de
ano novoʼ começou no período mais antigo, com os romanos
fazendo resoluções de cunho moral: basicamente, de serem
bondosos uns para com os outros.”
(Chris Armstrong, “Resolutions Worth Keeping”)
" Acima, pode-se ver uma imagem de Janus, com suas características duas faces,
que é parte de uma coleção do museu do Vaticano.
IV - Em Substituição à Torá
" Mesmo nos primórdios do Cristianismo, no final do século 2 e início do século 3, a
prática já era amplamente realizada, ao ponto de ser condenada por alguns dos
chamados “pais da igreja”, como Tertuliano, que afirmava:
"Mas para nós, a quem os Shabatot são estranhos, assim como o rosh chodesh e as
festas amadas por Elohim, a Saturnália, os festivais de Ano Novo e meio do inverno e a
Matronália são frequentados…” (Tertuliano, “Sobre a Idolatria”, cap. 14)
" Como podemos ver, os primeiros cristãos abandonaram a prática bíblica das festas
de Elohim, e em seu lugar adotaram festas pagãs, como a celebração do Ano Novo de
Janus.
V - Da Calendae à Festa da Circuncisão
" Como se sabe, a Igreja Romana se apropriou da data do solstício de inverno, data
que celebrava o Natalis Solis Invicti (Natal/Nascimento do [deus] Sol Invicto), para
proclamar o nascimento de seu ídolo sincrético, um substituto distorcido e adulterado do
Mashiach (Messias) das Escriturs.
" Todavia, ao fazer uso de tal data, um dado curioso aconteceu. Como todo judeu,
Yahushua foi circuncidado ao oitavo dia, conforme determina a Torá:
“O que tem oito dias será circuncidado entre vós, todo macho nas vossas gerações, tanto
o escravo nascido em casa como o comprado a qualquer estrangeiro, que não for da tua
estirpe. Com efeito, será circuncidado o nascido em tua casa e o comprado por teu
dinheiro; a minha aliança estará na vossa carne e será aliança perpétua.”
(Bereshit/Gênesis 17:12-13)
" Porém, sabe-se pelo relato das Escrituras, que Yahushua nasceu por volta da ocasião
da festa de Sukot (Tabernáculo), isto é, por volta do mês de setembro no calendário civil
da atualidade. A escolha da data de 25 de dezembro tem sua razão unicamente no
sincretismo religioso com o paganismo do culto ao deus-sol, altamente popular em Roma
desde o início do século 2. Os pagãos, conforme atestam alguns autores como Arnóbio
de Sica (século 4), tinham por hábito celebrarem o aniversário de seus deuses, algo
totalmente estranho à prática das Escrituras - o que está na origem da escolha de tal
data, que celebrava o nascimento do deus-sol invicto.
" Coincidentemente, a Calendae, rebatizada por Julio César de “Ano Novo”, ocorria
oito dias depois do solstício de inverno. Sendo assim, muitos séculos depois, a Igreja
Romana passou a alegar que a Calendae seria na realidade a “Festa da Circuncisão”,
uma festa que marcaria a data da circuncisão do ídolo substituto do Mashiach (Messias)
bíblico, e que, como tal, determinaria a “morte do Judaísmo” e o “nascimento de uma
nova religião, o Cristianismo.”
" Sobre a prática da Festa da Circuncisão, Chris Armstrong relata ainda:
" “Quando Roma tomou o Cristianismo como sua fé oficial, os cristãos passaram a
guardar o Dia de Ano Novo... No início do século sexto, partes da igreja começaram a
guardar o dia primeiro. de janeiro como a Festa da Circuncisão, comemorando a
circuncisão de Jesus... Mas os pagãos aparentemente arruinaram o primeiro de janeiro
para muitos cristãos: a igreja romana não aceitou esse dia de festa até o século 11.” (ibid)
" Seria irônico, se não fosse trágico, que a circuncisão, momento que indica a
primeira mitsvá (mandamento) à qual se submete um menino israelita recém-nascido,
fosse tomada como sincretismo para uma festa de absoluta iniquidade. Sobre ela, a
Enciclopédia Católica afirma:
" “Na época do paganismo, contudo, a solenização da festa [da circuncisão de
Jesus] foi praticamente impossível, em razão das orgias associadas às festividades da
Saturnália, que eram celebradas no mesmo período. Até hoje, as características seculares
da abertura do Ano Novo interferem com a observância religiosa da [festa da] circuncisão,
e tendem a tornar um mero feriado aquilo que deveria ter sido a natureza sagrada do Dia
Santo.” (Catholic Encyclopedia, “Feast of Circumcision”)
VI - O Dia da Brutalidade contra os Judeus
" A origem e práticas pagãs em torno dessa celebração já seriam, por si só,
suficientes para a rejeitarmos sumariamente. Todavia, a iniquidade não para por aí.
" A data de primeiro de janeiro também era celebrada entre os católicos como uma
data de atos de barbárie contra os judeus. A barbárie teria início ainda antes mesmo do
nascimento de Yahushua. Sobre isso, o artigo “The History/Origin of New Years Day”, da
publicação “US News & World Report” afirma:
" “Em 46 AC, o imperador romano Julio César foi o primeiro a estabelecer a data de
primeiro de janeiro como dia de Ano Novo. Janus era o deus romano das portas e
portões, e tinha duas faces, uma que olhava para dentro, e outra que olhava para fora.
César achava que o mês, nomeado segundo esse deus (“Janeiro”), seria a “porta”
apropriada para o ano. César celebrou o primeiro Ano Novo de primeiro de janeiro
ordenando o destroçar das forças revolucionárias judaicas na Galiléia. Testemunhas
oculares dizem que o sangue jorrou nas ruas. Nos anos seguintes, os pagãos romanos
observavam o Ano Novo praticando orgias e bebedeira - um ritual que eles criam
constituir uma representação do mundo caótico que existia antes do cosmos ter sido
ordenado pelos deuses.”
" A brutalidade continuou também na idade média, durante o reinado da Igreja
Romana, e seu característico antissemitismo. A data do Ano Novo ficou marcada por ser
uma data especialmente anti-judaica:
" “No dia de Ano Novo de 1557, o papa Gregorio XIII decretou que todos os judeus
romanos, sob pena de morte, deveriam ouvir atentamente ao sermão de conversão
católica dado nas sinagogas romanas depois dos serviços de sexta à noite. No dia de Ano
Novo de 1578, Gregorio assinou uma lei estabelecendo uma taxa para os judeus de
forma a sustentar uma ʻCasa de Conversãoʼ para converter judeus ao Cristianismo. No
Ano Novo de 1581, Gregorio ordenou que suas tropas confiscassem toda a literatura
sagrada da comunidade judaica romana. Milhares de judeus foram mortos na incursão.
" Ao longo dos períodos medieval e pós-medieval, primeiro de janeiro -
supostamente o dia em que Jesus teria sido circuncidado, iniciou o reino do Cristianismo
e a morte do Judaísmo, e era reservado para atividades anti-judaicas: a queima de
sinagogas e livros, torturas públicas, além simplesmente de assassinatos.” (ibid)
" A data anterior ao Ano Novo também marca o dia de um santo católico,
responsável por mais brutalidade, e até hoje é conhecido como “Dia de São Silvestre” -
que, no Brasil, também dá nome à famosa maratona. Sobre isso, o artigo continua e
afirma:
" “O termo israelita para as celebrações da noite de Ano Novo, “Silvestre”, era o
nome do “santo” e papa romano que reinou durante o Concílio de Nicéia (325 DC.) No
ano antes do Concílio de Nicéia ser convocado, Silvestre convenceu Constantino a proibir
os judeus de morarem em Jerusalém. No Concílio de Nicéia, Silvestre assegurou a
passagem de uma miríade de leis viciosamente antissemitas. A todos os ʻsantosʼ católicos
é assegurado um dia no qual os cristãos celebram e pagam tributo à memória do santo. O
dia 31 de dezembro é o Dia de São Silvestre - e assim as celebrações na noite de 31 de
dezembro são dedicadas à memória de Silvestre.” (ibid)
VII - Conclusão
" Abaixo um resumo do que se viu acerca desta festa:
Sua origem encontra-se nas festividades pagãs de inverno do império romano.
No século 1 AC, Julio César adotou o Ano Novo como forma de honrar ao deus
Janus.
A Igreja Romana posteriormente transformou uma festa de orgia pagã numa
celebração do Jesus romano.
Essa celebração da Igreja Romana tinha como característica principal marcar a
morte do Judaísmo e o início da religião cristã.
Desde o seu primórdio, e ao longo dos séculos, a data foi utilizada para cometer
verdadeiras atrocidades contra a Casa de Yehudá (Judá.)
" Em suma, trata-se de uma festa cuja origem está no sincretismo com o paganismo
religioso, e que historicamente era utilizada para comemorar, regada a muito sangue
judeu, a hegemonia de uma falsa religião e de seu ídolo substituto de Yahushua, o
verdadeiro Mashiach (Messias) das Escrituras.
" Por todas essas razões, nós israelitas do caminho devemos nos abster de tais
práticas. O participar de tais celebrações seria um ato de traição não apenas para com a
Torá de Elohim, como também para com o próprio povo de Israel.

domingo, 25 de dezembro de 2011

O Natal veio do Paganismo!


O NATAL VEIO DO PAGANISMO.
PROVAS NA HISTÓRIA E NA BÍBLIA.
Por João Batista

Enciclopédia Católica (edição de 1911): "A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal".

Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver mesma enciclopédia acima): "... não vemos nas Escrituras ninguém que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo".

Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século 4o). Somente no século 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo.

Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador, Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO para os não crentes verdadeiros.
1. JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO
Quando Ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho.(Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à noite] os abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, página 370). A Bíblia mesmo prova, em Cant 2:1 e Esd 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).
2. COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS?
 The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal:
"Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.

As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.

Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.

Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."


O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus.

Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.

A Enciclopédia Britânica diz:

"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto."
3. A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL
O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se:
- criou a instituição de ajuntamentos (cidades);
- construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros);
- fundou Nínive e muitas outras cidades;
- organizou o primeiro reino deste mundo.
A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo.

Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.

Semiramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.

A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos antes do nascimento de Cristo.

Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; Joã 13:14-17).
4. OUTROS COSTUMES PAGÃOS, NO NATAL: GUIRLANDA, VELAS, PAPAI NOEL
 A GUIRLANDA (coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas) que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro "Answer to Questions" (Respostas a Algumas Perguntas): "[A guirlanda] remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do [atual] Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior à era Cristã."

Também as VELAS, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à  noite.

PAPAI NOEL é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz: "São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau..."

Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"! Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito.      -      Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!"      -     É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um  com o seu próximo;"  (Lev 19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse: "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte."  (Prov 16:25).

Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!
5. O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?
As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria:

  "Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram." 
(Os 4:13)

  "Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar de YHWH teu Elohim, que fizeres para ti."  (Deut 16:21)

Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação.
6. É BÍBLICA A TROCA DE PRESENTES?
Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155: "A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano".

O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! (Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos??... Omitiria a pessoa a quem deveria honrar??... Não parece absurdo deste ponto de vista?!...)

Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março.

Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:

  "E, tendo nascido Yahushua em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magoS vieram do oriente a Jerusalém, ... E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra."
7. POR QUE OS MAGOS LEVARAM PRESENTES A CRISTO?
Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram muitas semanas ou meses depois do seu nascimento (Mt 2:16). Ao contrário do que mostram os presépios, Jesus estava numa Cabana porque era festa de Sucot e não numa estrebaria.

Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO.

Por que? O mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz: "Vesículo 11 ("ofereceram-lhe presentes"). No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul."

Aí está! Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado.

O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Messias de Yhwh, é apenas a continuação de um costume pagão.
8. UM "NATAL CORRIGIDAMENTE CRISTÃO"  PODERIA REALMENTE HONRAR A CRISTO?
Há pessoas que insistem em que, apesar das raízes do Natal estarem no paganismo, agora elas não observam o Natal para honrarem um falso deus, o deus sol, senão para honrarem a Yahushua há Mashiach. Mas diz Elohim:

  "Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: 'Assim como serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu.'    Assim não farás ao YHWH teu Elohim; porque tudo o que é abominável ao YHWH, e que Ele odeia, fizeram eles a seus deuses; ..."
(Deut 12:30-31)

  "Assim diz o YHWH: 'Não aprendais o caminho dos gentios, ...    Porque os costumes dos povos são vaidade; ...'"
(Jr 10:2-3).

ELOHIM disse-nos claramente que não aceitará este tipo de adoração: ainda que tenha hoje a intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a Ele mas sim aos falsos deuses pagãos.

Elohim não quer que O honremos "como nos orienta a nossa própria consciência":

    "Elohim é Ruach; e importa que os que O adoram O adorem em Ruach e em verdade".
(Joã 4.24).

O que é a verdade? Yahushua disse que a Sua palavra, as Escritura, é a verdade (Joã 17:17).  E as Escrituras diz que Elohim não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar o Messias, adotem um costume pagão:

    "Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que são preceitos dos homens."
(Mt 15:9).

A comemoração do Natal é um mandamento (uma tradição) de homens e isto não agrada a Deus.

    "E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Elohim"
(Mat 15:6).
    "Assim não farás ao YHWH teu Elohim; porque tudo o que é abominável ao Elohim, e que ele odeia, fizeram eles a seus deuses..."  (Deut 12:31)

Não podemos honrar e agradar a Elohim com elementos de celebrações pagãs!
9. ESTAMOS NA BABILÔNIA, SEM O SABERMOS
Nem precisamos elaborar: quem pode deixar de ver nauseabundos comercialismo, idolatria, e contemporização, por trás do "Natal"?... E que diz Elohim? Devemos "adaptar e corrigir o erro"? Ou devemos praticar "tolerância zero, separação total"?

  "Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas."
(Ap 18:4)


 
10. AFINAL, AS ESCRITURAS MOSTRAM QUANDO NASCEU YHUSHUA?
Yahushua há Mashiach nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Iterem) do calendário judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o calendário deles é lunar-solar, o nosso é solar] ao mês de setembro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Elohim habitando com o Seu povo. Foi instituída por Elohim como memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor Yhwh habitou no Tabernáculo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18 ).

Em João 1:14 ("E a Davar se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de Chassed e de verdade.") vemos que o Verbo ( Davar ) (Yahushua) habitou entre nós. Esta palavra no grego é skenoo = tabernáculo. Devemos ler "E a Davar se fez carne, e TABERNACULOU entre nós, e...". A festa dos Tabernáculos cumpriu-se em Yahushua há Mashiah, o Emanuel (Isa 7:14)  que significa "Deus conosco". No Messias se cumpriu não apenas a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa ( Pessah ), na Sua morte  (Mat. 26:2; 1Cor 5:7), e a festa do Pentecostes ( Shavuot ), quando o Messias imergiu dentro do Ruach há Kadosh   a todos os que haveriam de ser salvos na dispensação da igreja (Atos 2:1).

Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento de Yahushua:
·        Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 1/24 = 15 dias, 2 vezes ao ano. Os números estão arredondados, pois 24 turnos x 15 dias = 360 dias =/= 365,2422 dias = 1 ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19.
·        O oitavo turno pertencia a Abias (1Cr 24:10).
·        O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico – mês de Abibe. Êxo 12:1-2; 13:4; Deut 16:1; Ex 13:4.
·        Usualmente havia 12 meses, alguns deles com 29 dias, outros com 30 dias, totalizando apenas 12 x 29,5 = 354 dias, ficando faltando 11,2422 dias para o ano solar. A cada 3 ou anos a distorção entre este calendário e o solar era corrigida através da introdução do mês de Adar II.
Temos a seguinte correspondência:
Mês (número)
Mês (nome, em Hebraico)
Turnos
Referências
1
Abibe ou Nissan
= março / abril
1 e 2
Êxo 13:4 Ester 3:7
2
Zive = abril / maio
3 e 4
1Re 6:13
3
Sivan = maio / junho
5 e 6
Est 8:9
4
Tamuz = junho / julho
7 e 8 (Abias)
Jer 39:2; Zac 8:19
5
Abe = julho / agosto
9 e 10
Núm 33:38
6
Elul: agosto / setembro
11 e 12
Nee 6:15
7
Etenim ou Tisri
= setembro / outubro
13 e 14
1Rs 8:2
8
Bul ou Cheshvan
= outubro / novembro
15 e 16
1Rs 6:38
9
Kisleu
= novembro / dezembro
17 e 18
Esd 10:9; Zac 7:
10
Tebete = dezembro / janeiro
19 e 20
Est 2:16
11
Sebate = janeiro / fevereiro
21 e 22
Zac 1:7
12
Adar = fevereiro / março
23 e 24
Est 3:7
                                                                 
Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o "turno de Abias" (Tamuz, i.é, junho / julho) (Luc 1:5,8,9).
Terminado o seu turno voltou para casa e (conforme a promessa que Elohim lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Luc 1:23-24) no final do mês Tamus (junho / julho) ou início do mês Abe (julho / agosto).
Yashua foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-38), no fim de Tebete (dezembro / janeiro) ou início de Sebate (janeiro / fevereiro).
Nove meses depois, no final de Etenim (que cai em setembro e/ou outubro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, Elohim veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Yashua, o Emanuel ("Deus conosco").

Em 1999, Hélio de M. Silva adaptou (excluiu/adicionou/modificou) algumas poucas palavras e até parágrafos de um estudo que estava em 18 sites de língua portuguesa, nenhum dando o nome do autor, mas parecendo ser tradução/adaptação do livreto "The Plain Truth About Christmas", publicado em 195x pela Worlwide Church of God (Armstrongnianismo melhorado?)
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sábado, 17 de dezembro de 2011

Benção e maldição!

 O pai tem se preoupado om nossas escolhas!

01 - MALDIÇÃO:

"Se o não ouvirdes e se não propuserdes  no  vosso  coração  dar
honra ao  meu   nome,  diz  Yahuh  dos  Exércitos,   enviarei  a
maldição contra vós e amaldiçoarei  as vossas bênçãos; e já as
tenho
amaldiçoado,  porque vós não pondes isso no  coração".
( Malaquias 2:2 )


02 - BENÇÃO:

"Mas para vós outros que temeis o meu NOME  nascerá  o  sol da
justiça,  trazendo  salvação  nas  suas  asas;  saireis  saltareis como bezerros  soltos  da  estrebaria".  ( Malaquias 4:2 )


Comentário:

1 - Maldição:
Maldição  para  quem diz que a  pronúncia  do nome do  Elohim de  Israel  se  perdeu.

- Os  nomes  teofóricos    provam  que  a  pronúncia   do   nome  do  Elohim de Israel  não  se  perdeu.

Maldição   para  quem diz  que  o  Elohim  de  Israel  
não   tem  nome.

-  O  texto acima  é  uma  prova de que  o  Elohim de Israel 
tem  um  nome.

- O  nome  do  Elohim  de  Israel  ocorre  quase 7000  vezes  no Velho  Testamento.

Maldição     para  quem  chamar   o   Elohim   de   Israel   de:
Yehovah,  Yehoshua, Jeová, Javé,  Adonay,  Kurios,  Senhor,
Hashem,  Lord,  Deus,  God,  etc.

A igreja atual é uma igreja
amaldiçoada porque não conhece o nome  do  Elohim  de  Israel. 

A  maior   prova  de  que  a  igreja  é  amaldiçoada,  é  que  ela  não  conhece   e  não  ensina  o  nome  do   Elohim   de   Israel.

A  maldição  e  a  perdição  é  para  quem  não  conhece o nome do  Elohim  de  Israel.
 

2 - Benção:
A  benção   e  a  salvação   é  para  quem  conhece  o  nome  do Elohim  de  Israel  (  Joel 2:32  e  Atos  2:21 ).
Mas  para  vós  outros  que  CONHECEIS   o  nome  do Elohim de  Israel  nascerá o  sol da  justiça,  trazendo  salvação  nas suas asas; saireis saltareis  como  bezerros  soltos  da  estrebaria.
Caro  amigo,  chegou   a   sua  vez  de  conhecer   o  nome  do Elohim  de  Israel.
 

     QUE  O  ELOHIM  DE ISRAEL  ABENÇOE  A  SUA  VIDA!